Entretenimento Sem amor
Bordéis trocam mulheres por bonecas infláveis e aumentam faturamento
Clientes preferem o simulacro feminino que não fala e não tem sentimentos
01/07/2023 20h11 Atualizada há 2 anos
Por: Redação
Não reclama, não pede nada, não repara não chora...

Produzidas na China, bonecas hiper-realistas, que abrem as pernas, mexem os olhos, mãos, cabeça e pés,  estão tomando o lugar de prostitutas de carne e osso em bordéis da Europa.

Inaugurado em 2018 no sul de Paris e registrado como “salão de jogos”, o Xdolls só oferece aos clientes  garotas de programa artificiais que dispõem de três orifícios estratégicos para o deleite do pagante.

Dentro dos três quartos da casa de prazer, as bonecas made in China estão sempre prontas para o trabalho, nuas e deitadas numa cama com lençol descartável.

Elas costumam receber a clientela assim: sem roupa ou apenas de lingerie. Macias e levemente pegajosas, são de elastômero termoplástico.

O material revolucionou o mercado de sex dolls por se revelar mais barato que o silicone, ainda que menos durável.

Como a pele das bonecas é fria, o bordel fornece cobertores elétricos aos clientes – além de lubrificantes, vibradores e até óculos de realidade virtual, que projetam filmes pornôs.

A casa oferece os serviços de cinco senhoritas. A morena Kim destaca-se pelos seios fartos. Lily possui traços asiáticos e a pele tão alva quanto a de Nicole Kidman.

Candice parece uma adolescente. Sofia é loira e Sarah, ruiva. Para desfrutar de alguma das moças, basta desembolsar 89 euros (R$ 418,00) por hora e 100 euros de caução.

O que parece uma brincadeira,  revela-se uma tendência entre homens e mulheres que não querem perder tempo interagindo com outros humanos na hora do sexo.

O preço acessível para os padrões europeus, a limpeza e o sigilo são os pontos atrativos para os clientes.