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Morre Paulo César Pereio, ícone do cinema brasileiro

Voz ácida e crítica de uma sociedade decadente, Pereio era amado e odiado

12/05/2024 às 19h13 Atualizada em 13/05/2024 às 11h02
Por: Redação
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Foto Internet - Critico e militante, Pereio marcou gerações
Foto Internet - Critico e militante, Pereio marcou gerações

Debochado, visionário e desbocado,  o ator e diretor Paulo César Pereio marcou profundamente o cinema brasileiro com sua rebeldia.

Ele Morreu neste domingo (12), aos 83 anos, após perder a luta contra uma doença hepática em estágio avançado. 

Durante a madrugada, o artista foi levado a um hospital do Rio de Janeiro, em estado grave. 

A informação da morte foi confirmada pelo também ator Stepan Nercessian, que administra o Retiro dos Artistas, onde Pereio morava desde 2020.

Paulo César Pereio nasceu em Alegrete, no Rio Grande do Sul, em 19 de outubro de 1940.

Tem trabalhos marcantes na TV, teatro e no cinema, onde atuou em mais de 60 filmes.

Trabalhou em produções de cineastas importantes do cinema brasileiro como Glauber Rocha, Hector Babenco, Arnaldo Jabor, Hugo Carvana e Ruy Guerra.

Citando alguns trabalhos, Pereio atuou em “Terra em transe”, de Glauber Rocha. Com Arnaldo Jabor, esteve em “Toda Nudez Será Castigada”, filme baseado na peça de Nelson Rodrigues, e “Eu te amo”.

O ator estava no elenco de Roda Viva, peça de Chico Buarque encenada por Zé Celso Martinez Corrêa no fim dos anos 1960.

O ator foi casado 3 vezes e teve 4 filhos, dois deles com a atriz Cissa Guimarães.

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