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Alta no preço de remédios vai pesar no bolso do brasileiro

Reajuste de 4,5% deve entrar em vigor a partir de 1° de abril

30/03/2024 às 08h08 Atualizada em 30/03/2024 às 08h36
Por: Redação
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Foto Alexandre Damazio - Alta nos preços dos remédios tem reflexo na saúde do brasileiro
Foto Alexandre Damazio - Alta nos preços dos remédios tem reflexo na saúde do brasileiro

Vai doer no bolso do brasileiro o aumento de 4,5% nos preços de medicamentos autorizado pelo Governo Federal e confirmado pela Câmara de Regulação do Mercado de Medicamentos (Cmed). 

O reajuste é anual e é calculado levando em consideração a inflação do período medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA). Em fevereiro, o IPCA acumulado dos últimos 12 meses registrou um aumento de 4,5%.

A Cmed definiu outros índices utilizados no cálculo, como a produtividade do índice farmacêutico, custos de produção não refletidos pelo IPCA e promoção da concorrência no setor, todos estabelecidos em zero para este ano. Diferentemente de anos anteriores, não haverá distinção de aumento em três faixas (mercado mais competitivo, moderadamente concentrado e muito competitivo).

A Câmara que regula o preço dos remédios no Brasil é um órgão interministerial responsável pela regulação do mercado de medicamentos no país. O colegiado é formado por representantes dos ministérios da Saúde, Cada Civil, Justiça e Segurança Pública, Fazenda e do Desenvolvimento. A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) também participa do órgão, fornecendo suporte técnico às decisões.

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